#GirlsLeanIn

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Um dia especial a norte 💪❤️ 

Almoço de organizadoras Girls Lean In de (quase) todo o país, em Vila do Conde! Trocamos ideias e procuramos soluções para fazer a diferença no nosso país e levar este movimento de empowerment que dá voz a mulheres empreendedoras mais longe 😉 Conheces alguém que tenha uma história inspiradora para contar? Ajuda-nos, respondendo a este questionário >> http://m.loopsurvey.com/YiKlWYWpQH

Para quem ainda não sabe, organizamos MEET UPS regulares em Viana do Castelo, Vila do Conde, Braga, Porto, Viseu, Lisboa e Faro (novas cidades serão anunciadas em breve). Em cada edição, o palco é entregue a uma mulher empreendedora para partilhar com a audiência a sua história: desafios, conquistas, medos, aprendizagens. O objetivo? Promover o LEAN IN, isto é, inspirar outros a assumirem as rédeas das suas vidas e a fazerem acontecer ❤️

E não se deixem enganar pelo nome! Não, não é um encontro de mulheres e para mulheres. É uma plataforma de inspiração, partilha e networking para mulheres e homens. Porque é pela UNIÃO que passa a revolução que queremos fazer. Por isso, amigos, ajudem-nos a chegar a mais homens também, respondendo a este questionário >> http://m.loopsurvey.com/23wEJY8uIx


Ah! E hoje fizemos acontecer em Vila do Conde… Não só, tivemos um almoço maravilhoso no Restaurante Republika, como participamos todas no Meet Up organizado pela Isa Sampaio. Célia Cruz foi a oradora convidada e adorei a interação e ambiente da sessão. A jovem cientista contou-nos como ultrapassou o medo de falar em Público num clube de Toastmasters; como a sua tese de doutoramento tem sido desafiante; e como tem pela frente um projeto para promover a inovação na área da saúde. À tarde terminou em beleza com um lanche e convívio deliciosos!

#girlsleanin #leanintogether #shemeansbusiness #heforahe

Feliz Dia Internacional da Mulher

  
F E L I Z D I A I N T E R N A C I O N A L D A M U L H E R

Ainda hoje me perguntam se faz sentido celebrar este dia, em pleno século XXI. Enquanto perguntarem a uma mulher quando pensa ter filhos numa entrevista de trabalho como critério de exclusão, sim vale (e não perguntarem a um homem que também tem direito de ser pai e de viver a parentalidade como bem entender). Enquanto questionarmos (mesmo que não o digamos em voz alta) o sucesso de uma mulher, simplesmente por ser mulher, sim vale. Enquanto houver mulheres que se sentem culpadas (ou julgadas) pelas escolhas que fazem, sejam elas quais forem, sim vale. 
Tenho a sorte de ter nascido mulher, em Portugal, em 1983. Ainda assim, ouvi muitas vezes frases como “isso não fica bem a uma menina”; “deves fazer isto porque es rapariga”; “tem a mania que é muito independente”; “deve andar com todos”, etc. Noutros pontos geográficos, as palavras seriam tijolos. Aqui, são só palavras e, como sou uma pessoa de sorte, com uma família fantástica, construí uma auto-estima e auto-imagem fortes. Eu, como a maioria das mulheres que me rodeiam, pude estudar, escolher, sair, viajar, sem restrições. Noutros pontos do Globo, estas experiências estão vendadas as mulheres. Ainda assim, neste paraíso a beira-mar plantado, parece piada comparar-se a carne de um bovino a uma mulher. Também é questionada a mulher “independente”, como se fizesse algum sentido alguém ser dependente de quem quer que seja. Assim como a mulher que não quer ser mãe ou a mulher que não quer trabalhar. Se é feminina, é porque é feminina. Se é masculina, é porque é masculina. E tudo isto assenta em crenças enraizadas, preconceitos que passam de geração em geração. 
Podemos ter feito inúmeros progressos, mas a mudança mais importante é silenciosa e profunda. Porque eu também me perguntei, muitas vezes, se a decisão de ter uma carreira intensa, não fazia de mim menos mulher. Também me culpei, também tentei transformar-me numa coisa que não sou para “ser mais fácil o caminho”. Também tentei ser mais racional, fria, calculista, porque achava que tinha de ser assim. Também deixei que o medo de ser “julgada” me travasse algumas vezes. Também deixei que a vontade de ser aceite falasse mais alto do que a necessidade de ser eu própria, algumas vezes. 
Por isso, hoje é o dia de mulheres e homens celebrarem. Tenho a sorte de ter na minha vida homens que me ajudam a ser verdadeira comigo. E mulheres inspiradoras com quem aprendi a ouvir mais a minha intuição. Esta é uma revolução para fazermos juntos, porque o mundo precisa de união!
#girlsleanin #heforshe

2016 Bring It On!

 2015 foi um ano de MOVIMENTO 😀 Um ano de dedicação às causa que me movem ❤️ Um ano de muitas conquistas Teamway, do crescimento do Girls Lean In, de expansão do Vitamina-te, de muito crescimento pessoal, aventuras, peripécias, amizades, descobertas profundas e amor 🙂 o ano do casamento de amigos muito especiais, do nascimento de vários sobrinhos emprestados, de muitos km de estrada, de viagens a dois. De coração cheio e pronta para continuar a aventura em 2016 😀 E tu?

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