Beauty Tunes ♪ I found You

I found You, Alabama Shakes

A música que não me sai da cabeça

Perfeita para começar este novo ano cheia de amor e esperança.

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Beauty Tunes♫♫♫Fado do Beijo

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Fado do Beijo, Viviane

Hoje, o Beauty Tunes fala português 😀

Beijem muito. Beijem todos os que amam. Beijem sem medo. Beijem sem vergonha. Beijem pela vida. Nunca sabemos quando é o último beijo.

Conta-me… um beijo inesquecível!

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Atitude♥Robots de última geração

(a música que inspirou esta reflexão)

Robots de última geração

Somos robots. Adormecidos pelo excesso de informação. Atordoados por milhares de estímulos sociais e sensoriais. Temos todas as opções em aberto, temos o mundo na ponta dos nossos dedos, temos uma voz e queremos ser ouvidos. Em «O Essencialismo» (o livro que estou a estudar desde o início do ano), Greg McKeown fala de «fadiga de decisão». Acho realmente que esta é uma das epidemias desta era. Parece que podemos escolher tudo, mas são tantas escolhas que não conseguimos tomar decisões. A todo o instante, abrem-se novos caminhos. Jorge Régio escrevia «Só sei que não vou por aí…» E nós? Conseguimos suportar o peso de rejeitar um caminho óbvio, fácil, aberto? Mais, conseguimos rejeitar uma oferta quando nem sequer implica (aparentemente) abdicar de nada? Porque não? Porque não podemos ter/fazer/ser tudo e mais alguma coisa ao mesmo tempo? Afinal, essa é uma das virtudes da era do imediatismo.

Estás sempre ON? Ou estarás OFF?

Neste emaranhado de decisões diárias, «eu sei que vou por aqui, eu quero ir por aqui, mas e se, e se, e se…». Nada me parece impossível. Sempre fiz as minhas escolhas em prol de uma liberdade imaginária, comprometendo-me  apenas com a minha consciência. Fechei portas, abri janelas, deixei portas encostadas, cruzei jardins e parques lamacentos. Quando há muito ruído, perco o norte. Paro. Respiro-me. Inspiro. Expiro. Desligo o botão e não tomo nenhuma decisão. Limito-me a existir.

Descobri, recentemente, que o exercício que tento fazer há algum tempo tem um nome. Chama-se Mindfulness. Um estado de alerta total. Porque estar sempre ON, significa estar, na maioria dos casos, OFF. Ligados a tudo e a todos, o tempo todo por todos os meios. Completamente desligados de nós.  Por isso, agora dou-me ao luxo de existir apenas entre inspirações e expirações todos os dias ao acordar e ao deitar e as vezes que sentir necessárias. Sem botões, nem alarmes, nem decisões!

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